quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Processo de Criação (Banca)

O meu processo de criação para trabalho da banca me proporcionou alguns conhecimentos. Vi que a criação não é uma coisa fácil e que se precisa ralar em cima da ideia, em alguns aspectos técnicos de pratica e teóricos onde eu escrevi bastante. Sem saber como começar, pensei em começar a escrever as ideias, concretizar isso para que depois eu pudesse edita-las no papel. Quando comecei a escrever muitas coisas se clarearam e novas ideias foram surgindo, o processo de criação em arte envolve também escrita, ela é tão importante quanto o resultado final. 




O bom de ter começado a escrever foi ver também que isso ampliava as ideias. Com a escrita esclareci falas também pra banca e coisas que dialogavam uma com as outras. Como a arte é uma coisa abstrata que sai da mente, nada melhor do que concretizar isso. Consegui montar planos e alguns tópicos pra apresentação desse trabalho, o que facilita bastante na hora de uma apresentação, saber o que vai falar em ordens. Nesse processo a organização de ideias foi o ponto que eu mais aprendi.




De agora em diante vou passar a escrever os processos de projetos que quero idealizar, organizar essas ideias que ficam voando na cabeça, o que mais aparece na nossa cabeça é ideias, e devemos organiza-las. Outra coisa também é andar com algo pra escrever, pois ideias surgem na nossa cabeça quando menos esperamos, e temos que concretiza-las.

domingo, 3 de novembro de 2013

FF - Velocidade do Obturador

No dia 24 de outubro tivemos uma aula que foi sobre velocidade do obturador. Acontece que com a velocidade do obturador, conseguimos alterar a foto, podendo assim congelar ou borrar a foto. Quando a velocidade está baixa, acontece de borrar a foto, caso o objeto ou partes do cenário se movimente. Enquanto o obturador está aberto em uma velocidade baixa, a foto necessariamente não vai ser tirada em instante, uma única foto pode durar segundos. Já quando a velocidade está alta, é como se queimasse o filme tão rápido que todas as coisas que se movem ficarão congeladas.




O potencial dessa técnica é muito boa quando bem utilizada, podendo influenciar da maneira em que se tira a foto, não sendo apenas um instante, mas dando também um certo movimento na fotografia. O que fica bem interessante com essa técnica é que podemos fazer coisas totalmente abstratas, brincando também com as cores dos elementos, pois quando se movimenta, as cores deslocam do seu lugar original, dando uma mistura, dependendo do movimento, pode ser proposital. 

A técnica de alta velocidade também pode tirar fotos maravilhosas, captando frames que não percebemos a olho nu, congelando a imagem. Acontece bastante de se usar essa técnica em fotos de esporte, como um jogador de basquete quando pula para alcançar a cesta e com a foto, esse movimento se conjela com o jogador no ar. 


 



A foto em baixa velocidade pra mim, é a mais difícil por depender do movimento que a pessoa ou objeto faz, também para conseguir abaixar a velocidade, precisa-se de fechar a abertura e nem sempre fechar ao máximo é o bastante, dependendo muito da luz, pois quando se abaixa a velocidade, o filme demora mais a queimar, significado que irá entrar mais luz. Se a luz estiver forte, será mais difícil.  Pretendo usar essa técnica e aperfeiçoar para entender melhor, e quanto tempo de velocidade é necessário para tirar uma foto com total controle.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

MPP - Ilustrator

Na aula de MPP tivemos um exercício que consistia em fazer colagens, depois escanear e vetorizar no ilustrator. Fizemos duas colagens, uma que teria as iniciais do nome e outra que seria algo figurativo. O formato dessas colagens era em um quadrado de cartolina, com apenas algumas cores. O bom do formato ser pequeno é que não tivemos dificuldades em recortar os papeis, facilitando o trabalho.




Depois de escanear o exercício foi vetorizar. Tivemos treinos e entendemos sobre o ilustrator e algumas ferramentas. O que mais usei foi a ceneta e a ferramenta de colorir para fazer as diversas réplicas do sorvete. Uma das vantagens do ilustrator é que depois que se vetoriza, não se perde mais a qualidade, então ela pode ser ampliada do tamanho que você quiser, no caso de impressão também, bem utilizada para fazer logomarcas, pois na hora da impressão vai ter essa vantagem. Além do exercício ter sido de colagem, sinto um pouco da presença do lado design, pra conseguir sintetizar algumas coisas com poucas cores e pouco complexo.




No caso desses sorvetes eles estão em JPG, usado para internet, pois ele reduz o tamanho da imagem e é mais utilizado para fins de internet. 

Depois de vetorizar o desenho real, com suas cores e formas, destorci e mudei, depois de ter feito a colagem, no ilustrator. O bom disso é poder manipular a forma matriz do desenho com cores e formas, podendo variar e ver possíveis modos de fazer uma mesma coisa. Tive a ideia do sorvete por ser algo simples e de fácil compreensão, mesmo com poucas e simples formas.





sábado, 19 de outubro de 2013

Fotograma

 Depois de passar pelo laboratório de gráfica, entramos no laboratório de fotografia, uma experiência nova e inesquecível. Na primeira aula conhecemos o laboratório, aquela sala escura de luz vermelha onde se revela filmes e fotos. Nessa mesma aula aprendemos também o que era fotograma, uma técnica de impressão com luz. A técnica consiste em ter um papel fotográfico, e objetos que impedem a luz que vai "queimar o filme" de ultrapassar, formando assim o preto e o branco, o preto é onde a luz conseguiu alcançar o papel, e o branco é onde o filme não foi sensibilizado pela luz. O processo podendo-se dizer, se consiste como um stencil, onde o molde é os objetos e a luz é o spray. 

 Quando entramos na sala, já com a luz apagada, recebemos o papel fotográfico e colocamos na mesa do ampliador, logo depois alocamos os objetos no espaço do papel. Já quando estava tudo ok, era hora de ligar a luz do revelador, contados em catarinas, cada catarina equivale a 1 segundo e como tinha 5 pessoas fazendo o mesmo exercício, tivemos que contar juntos. Ligamos, contamos 5 catarinas e desligamos a luz e é interessante como esse processo é invisível, pois com o ligar da luz não acontece nada com o filme, aí que vem a parte mais "reveladora", a hora de passar nos químicos. O revelador, interruptor e o fixador. Quando se coloca o filme no revelador, acontece a mágica do processo, a imagem começa a aparecer dentro da agua, deixando apenas o que foi queimado no filme. Depois o interruptor, que para a revelação e impede que o filme passe do tempo ideal da revelação, caso contrário ela vai perder a cor que se espera. Por fim o fixador, que sela todo o processo dos químicos, sendo a penúltima fase da revelação, a última é deixar em água corrente para que limpe a foto de todos os químicos. 

 A experiência de laboratório pra mim foi magnífica, pois eu só conhecia o processo por meio de filmes, isso me chamava atenção de como seria participar desse processo, o surgimento da imagem em um papel por meio de gravação em luz. Também o que me fez despertar bastante é ter o sinônimo na cabeça de que, fotografar é desenhar com luz.






A experiência de laboratório pra mim foi magnífica, pois eu só conhecia o processo por meio de filmes, isso me chamava atenção de como seria participar desse processo, o surgimento da imagem em um papel por meio de gravação em luz. Também o que me fez despertar bastante é ter o sinônimo na cabeça de que, fotografar é desenhar com luz.


Balanço de Branco

Em uma das aulas de FF aprendemos o que é balanço de branco, e qual a capacidade dele de modificar uma foto. Nosso exercício era fazer vários testes internos e externos à kabum, com os diferentes equilíbrios de brancos disponíveis na máquina, aprendendo mais sobre o modo manual. O balanço de branco é uma outra dimensão pra explorar o meio criativo e também pra fortificar o que se quer dizer na imagem. O balanço, pelo que percebi, varia de diversos tons, dos que prevalecem muito o azul e o laranja, mas dentro dessas duas cores elas também vareiam entre tons, dando efeitos mais frios ou quentes. Nas opções do balanço de branco, a opção que mais tinha leque de variedades era o fluorescente, ele puxa pra tons mais azuis, também é ideial pra algumas situações dentro de quartos e salas, onde a luz sofre alterações e também por não ser uma luz natural. O balanço de branco tem que ser ajustado a cada ocasião da foto, no caso de uma foto de dia, existe uma opção que é melhor adequada. Combinando composição, exposição e balanço de branco, temos uma maior opção do que escolher na foto, e assim ter mais controle, diversão e satisfação sobre a fotografia. 






Nas opções do balanço de branco, a opção que mais tinha leque de variedades era o fluorescente, ele puxa pra tons mais azuis, também é ideial pra algumas situações dentro de quartos e salas, onde a luz sofre alterações e também por não ser uma luz natural. O balanço de branco tem que ser ajustado a cada ocasião da foto, no caso de uma foto de dia, existe uma opção que é melhor adequada. Combinando composição, exposição e balanço de branco, temos uma maior opção do que escolher na foto, e assim ter mais controle, diversão e satisfação sobre a fotografia. 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Fotografia em Preto e Branco

Depois de algumas aulas de fotografia, finalmente tivemos um exercício que envolvia a foto em preto e branco. Foi uma novidade, pois fotografar em preto e branco é diferente de colorido, pois os elementos que é procurado para uma boa foto, não são necessariamente os mesmos em que procuramos pra uma foto colorida. No preto e branco o que se destaca muito é a textura e isso envolve contraste. Quando eu ia mexer no fotometro, escolhia deixar sempre mais escuro para destacar as sombras e criar um outro tom de cinza, que não fosse tão claro. 
 



A fotografia em preto e branco tem um modo diferente de sentimento, diferente no sentido da mensagem, dependendo da foto, você pode ressignificar e que, essa foto em colorido, talvez não iria ficar tão boa quanto.  A foto em preto e branco foi o primeiro modo de fotografia, e estranho é saber que agora para revelar fotos em preto e branco, ficará mais caro. 



Nessa mesma aula, de laboratório, pesquisamos referências do século XIX, XX e XXI, e foram levantados diversos fotógrafos que conseguiam manipular o preto e branco de uma forma surpreendente. Uns que já fomos apresentados antes dessa pesquisa, e não menos importante é Cartier Bresson, que levou a fama por fotografar no "instante certo". Um que foi pesquisado e que me despertou muita atenção foi o Richard Avedon, estadunidense filho de um fotografo russo, fotografou do século XX ao século XXI. Pra mim, suas fotografias tem um aspecto de grande estilo misturado com um tom artístico, o que faz as fotos dele serem ousadas, com um modo diferente e exótico. 





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Laboratório Gráfica

No segundo semestre começamos a ter um novo horário de aula, o laboratório. Nas segundas, ficava o primeiro e o segundo horário produzindo na gráfica, e em uma dessas aulas nosso exercício era fazer uma capa e contra-capa de um caderno customizado com colagens. Para fazer o caderno tivemos que ultilizar elementos da sintaxe visual. Sintaxe visual é um livro em que explica elementos visuais e seus opostos, tais como planura - profundidade, complexidade - simplicidade, regularidade e irregularidade. 




Nesse exercício tive que usar o elemento leveza - peso. Sabendo que uma imagem mais carregada de informação traria maior ideia de peso, escolhi um fundo em que tivesse bastantes formas, no caso do cigarrinhos de chocolate. Na outra capa, onde tem as bolas negras tive uma dificuldade, em que antes de colocar as bolas, eu estava em dúvida se apenas o fundo, o olho e a tarja daria uma impressão de peso. Resolvi coloca-las de modo em que elas cresçam, isso da uma impressão de quantidade e algo que esta sendo adicionado, para causar um efeito de maior quantidade.